{"id":5596,"date":"2021-08-25T14:01:11","date_gmt":"2021-08-25T14:01:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.triider.com.br\/blog\/?p=5596"},"modified":"2023-10-23T21:23:59","modified_gmt":"2023-10-23T21:23:59","slug":"numero-de-apartamentos-no-brasil-cresce","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.triider.com.br\/blog\/numero-de-apartamentos-no-brasil-cresce\/","title":{"rendered":"N\u00famero de apartamentos no Brasil cresce 321% em 35 anos"},"content":{"rendered":"<p><em>Levantamento hist\u00f3rico feito com base nas edi\u00e7\u00f5es anuais da PNAD Cont\u00ednua revela que o n\u00famero de apartamentos no Brasil cresceu 321% de 1984 a 2019<\/p>\n<p><\/em><\/p>\n<p>O Brasil est\u00e1 cada vez mais vertical. Isso porque, no per\u00edodo de 1984 a 2019, o n\u00famero de pr\u00e9dios no Pa\u00eds cresceu 321%. Significa que, em 35 anos, foram constru\u00eddos 7,8 milh\u00f5es de novos apartamentos nas cidades brasileiras. <\/p>\n<p>\u00c9 o que revela um levantamento realizado pelo <a href=\"https:\/\/www.triider.com.br\/\" target=\"_blank\">Triider<\/a>, com base nas edi\u00e7\u00f5es anuais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios \ufeff(PNAD) Cont\u00ednua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). \ufeff <\/p>\n<p>Os dados trazem informa\u00e7\u00f5es importantes sobre o processo de verticaliza\u00e7\u00e3o das cidades brasileiras ao longo das \u00faltimas d\u00e9cadas \u2014 um fen\u00f4meno que consiste no aumento da densidade urbana \u00e0 medida que crescem as moradias na forma de pr\u00e9dios.<\/p>\n<p>Com as resid\u00eancias cada vez mais verticalizadas, o mercado imobili\u00e1rio aproveita melhor o espa\u00e7o para construir um n\u00famero maior de resid\u00eancias em um mesmo terreno.<\/p>\n<p>No contexto dos grandes centros urbanos, cresce tamb\u00e9m a quantidade de condom\u00ednios e surgem novas demandas por profissionais como s\u00edndicos, zeladores e outros que atuam no ramo de servi\u00e7os dom\u00e9sticos.<\/p>\n<h2>N\u00famero de apartamentos no Brasil ultrapassa 10 milh\u00f5es<\/h2>\n<p>A \u00faltima edi\u00e7\u00e3o da PNAD Cont\u00ednua, divulgada em 2019, aponta que existem mais de 10 milh\u00f5es de apartamentos no Brasil. O montante equivale a 14,2% em rela\u00e7\u00e3o ao total de domic\u00edlios em todo o Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Em termos conceituais, o IBGE define apartamento como um tipo de domic\u00edlio situado em pr\u00e9dio de um ou mais pavimentos, com mais de um domic\u00edlio particular permanente e que conta com espa\u00e7os comuns, como escadas, corredor, portaria e outras depend\u00eancias.<\/p>\n<p>Apesar de a maioria dos brasileiros morar em casas \u2014 s\u00e3o 62 milh\u00f5es de domic\u00edlios nesse formato, o equivalente a 85,6% \u2014, o percentual de moradias verticais quase dobrou em tr\u00eas d\u00e9cadas e meia. Em 1984, os apartamentos representavam 8,37% dos domic\u00edlios.<\/p>\n<p>S\u00f3 nos \u00faltimos dez anos apurados pelo IBGE, o aumento da quantidade de im\u00f3veis verticais foi de 68,7%, o que representa 4,2 milh\u00f5es. Significa que o total de apartamentos saltou de 6,1 milh\u00f5es, em 2009, para 10,3 milh\u00f5es em 2019. <\/p>\n<p>Os dados mostram que as resid\u00eancias horizontais ainda s\u00e3o predominantes no Brasil, mas que h\u00e1 uma tend\u00eancia de verticaliza\u00e7\u00e3o, sobretudo nos grandes centros urbanos.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/triider-prd-blog-files.s3.sa-east-1.amazonaws.com\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/26144843\/numero-de-apartamentos-no-Brasil-52.jpg\" alt=\"n\u00famero de apartamentos no Brasil cresce 321% nos \u00faltimos 35 anos\" width=\"700\" height=\"2581\" class=\"alignnone size-full wp-image-5615\" srcset=\"https:\/\/triider-prd-blog-files.s3.sa-east-1.amazonaws.com\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/26144843\/numero-de-apartamentos-no-Brasil-52.jpg 700w, https:\/\/triider-prd-blog-files.s3.sa-east-1.amazonaws.com\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/26144843\/numero-de-apartamentos-no-Brasil-52-81x300.jpg 81w, https:\/\/triider-prd-blog-files.s3.sa-east-1.amazonaws.com\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/26144843\/numero-de-apartamentos-no-Brasil-52-278x1024.jpg 278w\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/triider-prd-blog-files.s3.sa-east-1.amazonaws.com\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/26145132\/numero-de-apartamentos-no-Brasil-61.jpg\" alt=\"n\u00famero de apartamentos no Brasil cresce 321% nos \u00faltimos 35 anos\" width=\"700\" height=\"3041\" class=\"alignnone size-full wp-image-5618\" srcset=\"https:\/\/triider-prd-blog-files.s3.sa-east-1.amazonaws.com\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/26145132\/numero-de-apartamentos-no-Brasil-61.jpg 700w, https:\/\/triider-prd-blog-files.s3.sa-east-1.amazonaws.com\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/26145132\/numero-de-apartamentos-no-Brasil-61-69x300.jpg 69w, https:\/\/triider-prd-blog-files.s3.sa-east-1.amazonaws.com\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/26145132\/numero-de-apartamentos-no-Brasil-61-236x1024.jpg 236w\" sizes=\"(max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<h2>Boom na constru\u00e7\u00e3o de apartamentos no Brasil<\/h2>\n<p>Com base nos dados hist\u00f3ricos da PNAD Cont\u00ednua, \u00e9 poss\u00edvel dividir a progress\u00e3o do n\u00famero de apartamentos em tr\u00eas grandes per\u00edodos: 1984 a 1996, 1996 a 2008 e 2008 a 2019.<\/p>\n<p>O recorte de 2008 a 2019 \u00e9 o que registra o maior crescimento na constru\u00e7\u00e3o de apartamentos na hist\u00f3ria brasileira. Nessa faixa de tempo, foram erguidos 4,1 milh\u00f5es de domic\u00edlios verticais, 65% a mais que o per\u00edodo 1996-2008 (2,3 milh\u00f5es) e 283,68% superior ao recorte de 1984-1996 (1.094.418). <\/p>\n<p>At\u00e9 1984, o Brasil contabilizava o total de 2,4 milh\u00f5es de apartamentos.<\/p>\n<h2>Regi\u00e3o Norte apresenta o maior crescimento percentual do Pa\u00eds<\/h2>\n<p>Com 335.438 apartamentos constru\u00eddos no per\u00edodo de 1984 e 2019, a Regi\u00e3o Norte foi a que teve o maior crescimento percentual no n\u00famero de apartamentos em 35 anos. O montante equivale a 1.423,64%.<\/p>\n<p>Se em 1984 a regi\u00e3o contava com 23.562 domic\u00edlios verticais, em 2019 esse n\u00famero saltou para 359 mil.<\/p>\n<p>Apesar desse aumento significativo, quem apresenta a maior quantidade bruta de domic\u00edlios desse tipo no per\u00edodo \u00e9 a Regi\u00e3o Sudeste. Ao todo, foram constru\u00eddos 4.410.839 novos pr\u00e9dios em 35 anos, o que representa uma eleva\u00e7\u00e3o de 256,12%.<\/p>\n<p>O percentual de apartamentos nesse territ\u00f3rio tamb\u00e9m \u00e9 o maior do Pa\u00eds atualmente. Os im\u00f3veis verticais correspondem a 19,46% do total de domic\u00edlios. Em 1984, o panorama era o mesmo, por\u00e9m o montante representava 12,38%, \u00e0 \u00e9poca.<\/p>\n<p>Curiosamente, a Regi\u00e3o Sudeste foi a que menos cresceu percentualmente no Pa\u00eds, ficando atr\u00e1s do Nordeste (606%), do Centro-Oeste (366,05%) e do Sul (360,92%), al\u00e9m do Norte.<\/p>\n<p>J\u00e1 no que diz respeito \u00e0 representatividade, a regi\u00e3o Norte \u00e9 a que tem o menor percentual de apartamentos na atualidade. <\/p>\n<p>Embora contabilize o maior crescimento percentual em 35 anos, por l\u00e1 esse tipo de domic\u00edlio corresponde a 6,64% de todos os im\u00f3veis, ficando atr\u00e1s do Nordeste (8,73%), do Sul (14,75%) e do Centro-Oeste (9,24%), al\u00e9m do Sudeste.<\/p>\n<p>Em 1984, o menor percentual era o do Nordeste: 3,02%. A regi\u00e3o figurava abaixo do Sul (7,32%), do Centro-Oeste (5,62%) e do Norte (3,25%), fora o Sudeste.<\/p>\n<h2>Cidade de S\u00e3o Paulo tem mais pr\u00e9dios do que casas<\/h2>\n<p>Para al\u00e9m dos dados do IBGE referentes \u00e0s grandes regi\u00f5es do Pa\u00eds, \u00e9 poss\u00edvel encontrar outros estudos importantes sobre o tema. <\/p>\n<p>Um deles, publicado recentemente pelo Centro de Estudos da Metr\u00f3pole (CEM), revelou um dado marcante. Pela primeira vez na hist\u00f3ria, a cidade de S\u00e3o Paulo tem mais pr\u00e9dios do que casas.<\/p>\n<p>O dado faz parte de um conjunto de notas t\u00e9cnicas sob o t\u00edtulo \u201cPol\u00edticas do Urbano, Desigualdades e Planejamento\u201d e envolve tamb\u00e9m o Centro de Pesquisa, Inova\u00e7\u00e3o e Difus\u00e3o (Cepid) que, assim como o CEM, \u00e9 vinculado \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo (Fapesp)<\/p>\n<p>De acordo com o levantamento, o qual n\u00e3o inclui resid\u00eancias informais (a exemplo das favelas), o munic\u00edpio registrava 1,23 milh\u00e3o de im\u00f3veis horizontais voltados para moradias no ano 2000, com 158 de m\u00b2, sendo que os pr\u00e9dios contabilizavam 767 mil unidades, com 108,7 milh\u00f5es de m\u00b2.<\/p>\n<p>Em 2020, por\u00e9m, o <a href=\"https:\/\/www.triider.com.br\/blog\/construcao-de-casa-tudo-sobre-o-assunto\/\" target=\"_blank\">n\u00famero de casas<\/a> passou para 1,37 milh\u00e3o de unidades (183,7 milh\u00f5es de m\u00b2), enquanto as resid\u00eancias verticais aumentaram para 1,38 milh\u00e3o de unidades (190,4 milh\u00f5es de m\u00b2).<\/p>\n<h2>A verticaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 uma tend\u00eancia mundial<\/h2>\n<p>O processo de verticaliza\u00e7\u00e3o registrado em S\u00e3o Paulo e outras cidades brasileiras \u00e9 uma tend\u00eancia mundial. Para Guilherme Minarelli, pesquisador e um dos respons\u00e1veis pelo estudo do Centro de Estudos da Metr\u00f3pole, trata-se de um movimento de longo prazo e sem sinais de revers\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cA princ\u00edpio, \u00e9 uma tend\u00eancia. O mercado imobili\u00e1rio \u00e9 muito ativo e deve continuar crescendo. Al\u00e9m disso, \u00e9 um processo que acontece nas principais cidades do mundo\u201d, pontua o doutorando e mestre no Departamento de Ci\u00eancia Pol\u00edtica da Universidade de S\u00e3o Paulo (DCP\/USP). <\/p>\n<p>Segundo Minarelli, que tamb\u00e9m \u00e9 formado em Ci\u00eancias Sociais pela USP, o processo de verticaliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o gera efeitos majoritariamente positivos nem negativos \u00e0s cidades. A quest\u00e3o est\u00e1 no planejamento.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 preciso pensar onde e como se est\u00e1 verticalizando. Se mal planejado, esse processo pode, eventualmente, sobrecarregar algumas \u00e1reas e regi\u00f5es desprovidas de infraestrutura, ou seja, sem preparo para receber um adensamento construtivo e populacional. Por outro lado, \u00e9 poss\u00edvel pensar tamb\u00e9m que o adensamento pode melhorar o uso da infraestrutura j\u00e1 existente, al\u00e9m de aproximar as resid\u00eancias dos locais de trabalho, reduzindo o tr\u00e2nsito, diminuindo o deslocamento e melhorando a qualidade de vida das pessoas\u201d, observa.<\/p>\n<p>O lado positivo da verticaliza\u00e7\u00e3o, segundo o especialista, est\u00e1 relacionado com as quest\u00f5es de mobilidade urbana e com o planejamento sustent\u00e1vel, que deve garantir seguran\u00e7a, espa\u00e7os de lazer e respiros urbanos, como pra\u00e7as e equipamentos de qualidade nas \u00e1reas de educa\u00e7\u00e3o, esporte, cultura e sa\u00fade.<\/p>\n<p>\u201cHistoricamente, a cidade \u00e9 o espa\u00e7o do encontro, do adensamento de pessoas, objetos, movimentos e ideias. Com planejamento, \u00e9 poss\u00edvel que a verticaliza\u00e7\u00e3o seja positiva. Caso contr\u00e1rio, a gente j\u00e1 experimentou ao longo da hist\u00f3ria um crescimento desenfreado e desregulado que trouxe muitos problemas\u201d, afirma.<\/p>\n<h2>Mais de 68 milh\u00f5es de pessoas moram em condom\u00ednios no Brasil<\/h2>\n<p>Conforme indica Minarelli, os grandes centros urbanos est\u00e3o cada vez mais densos e com im\u00f3veis e edif\u00edcios que comportam, ano ap\u00f3s ano, uma quantidade maior de unidades de moradia. <\/p>\n<p>Com essa expans\u00e3o urbana, al\u00e9m do aumento da densidade das cidades, crescem as demandas dos cond\u00f4minos tanto verticais quanto horizontais. Esse movimento resulta na eleva\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os e dos investimentos no setor.<\/p>\n<p>Um <a href=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/legis.senado.leg.br\/sdleg-getter\/documento\/download\/0dd0ef22-dd5e-4dbe-993f-9c25d3700107&#038;sa=D&#038;source=editors&#038;ust=1629903387947000&#038;usg=AOvVaw3Bh-c-tr7xukZAIT4j0lTh\" target=\"_blank\">documento<\/a> da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de S\u00edndicos e S\u00edndicos Profissionais (ABRASSP), dispon\u00edvel no site do Senado Federal, aponta que mais de 68 milh\u00f5es de pessoas moram em condom\u00ednios no Brasil. <\/p>\n<p>Segundo a entidade, esses edif\u00edcios movimentam valores em torno de R$ 165 bilh\u00f5es por ano e s\u00e3o administrados por mais de 421 mil s\u00edndicos em todo o Pa\u00eds.<\/p>\n<h2>A import\u00e2ncia dos s\u00edndicos para os moradores<\/h2>\n<p>Ao longo dos anos, os condom\u00ednios passaram por importantes mudan\u00e7as. As exig\u00eancias para garantir o bem-estar dos moradores e atrair mais clientes fez surgir uma nova figura nesse contexto: os s\u00edndicos profissionais.<\/p>\n<p>At\u00e9 um tempo atr\u00e1s, os condom\u00ednios eram administrados por pessoas aposentadas ou donas de casa. Contudo, com a expans\u00e3o imobili\u00e1ria e a constru\u00e7\u00e3o exponencial de condom\u00ednios, o mercado passou a buscar a profissionaliza\u00e7\u00e3o desse cargo.<\/p>\n<p>Entre o total de s\u00edndicos existentes no Brasil, apenas 5,19% s\u00e3o profissionais. Ao todo, s\u00e3o 21.868 pessoas que se qualificaram para exercer a fun\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo \u00e9 o Estado que concentra a maior parte: 7.758, que corresponde a 35,48%. Na sequ\u00eancia aparecem Rio de Janeiro, com 2.805 (12,83%); Santa Catarina, com 1.962 (8,97%); Minas Gerais, com 1.387 (6,34%); e Rio Grande do Sul, com 1.027 (4,69%).<\/p>\n<p>Embora o n\u00famero ainda seja pequeno, ele mostra que h\u00e1 um movimento de alta na demanda por profissionais que sejam preparados para administrar e intermediar os interesses e necessidades dos cond\u00f4minos, como mediar conflitos, atender a diferentes demandas e contratar profissionais para <a href=\"https:\/\/www.triider.com.br\/blog\/6-tipos-de-prestadores-de-servicos-procurados\/\" target=\"_blank\">servi\u00e7os de manuten\u00e7\u00e3o<\/a>, instala\u00e7\u00e3o, conserto ou reforma nas resid\u00eancias e nos espa\u00e7os comuns do condom\u00ednio. <\/p>\n<h2>Curiosidades: saiba qual \u00e9 o pr\u00e9dio mais alto do Brasil<\/h2>\n<p>Embora a cidade de S\u00e3o Paulo seja o polo dos im\u00f3veis verticais e dos condom\u00ednios, \u00e9 em Balne\u00e1rio Cambori\u00fa, no litoral de Santa Catarina, onde fica o pr\u00e9dio mais alto do Brasil. <\/p>\n<p>Com 281 metros de altura e 81 andares, o edif\u00edcio Yachthouse by Pininfarina \u00e9, atualmente, o maior pr\u00e9dio em territ\u00f3rio nacional. <\/p>\n<p>O edif\u00edcio \u00e9 t\u00e3o grande que equivale a 1 est\u00e1dio e meio de futebol, 161 homens de p\u00e9, 56 carros, 2.500 martelos e 2.007 tijolos empilhados.<\/p>\n<p>E quem acha essa estrutura alta demais mal deve imaginar que j\u00e1 existem outras candidatas ao t\u00edtulo de maior pr\u00e9dio do Brasil. Inclusive, elas tamb\u00e9m ser\u00e3o constru\u00eddas em Balne\u00e1rio Cambori\u00fa, que vem se destacando no setor da constru\u00e7\u00e3o civil.<\/p>\n<p>A constru\u00e7\u00e3o mais avan\u00e7ada \u00e9 a do One Tower, com previs\u00e3o de entrega em 2022. Ele ter\u00e1 290 metros de altura e 84 andares.<\/p>\n<p>Mas, segundo uma reportagem publicada pelo site da revista Veja, h\u00e1 um projeto em fase de aprova\u00e7\u00e3o que promete ser o pr\u00e9dio mais alto do Brasil e da Am\u00e9rica Latina. A previs\u00e3o \u00e9 que o edif\u00edcio tenha mais de 300 metros de altura e, aproximadamente, 135 andares.<\/p>\n<p>Se for conclu\u00eddo conforme a idealiza\u00e7\u00e3o, ele deve tirar o t\u00edtulo do Gran Torre Santiago, localizado no Chile, que tem mais de 300 metros de altura e \u00e9, hoje, o maior da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levantamento hist\u00f3rico feito com base nas edi\u00e7\u00f5es anuais da PNAD Cont\u00ednua revela que o n\u00famero de apartamentos no Brasil cresceu 321% de 1984 a 2019 O Brasil est\u00e1 cada vez mais vertical. Isso porque, no per\u00edodo de 1984 a 2019, o n\u00famero de pr\u00e9dios no Pa\u00eds cresceu 321%. 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